Publicado na revista Exame, edição 929: “Se existe algo que define a cultura do fundo GP Investimentos, certamente é a sua obsessão por resultados. Nada menos que 70% da remuneração de seus executivos é paga na forma de bônus atrelados ao desempenho individual – e a pressão que vem daí transformou a GP e as empresas do grupo no que se convencionou chamar de ‘máquina de moer gente’. Ou seja, quem vai bem ganha muito dinheiro e cresce. Quem vai mal ganha pouco (num primeiro momento) e fica pelo caminho (o destino derradeiro).”
Realmente, não dá pra não querer trabalhar nesta empresa… mas continuo firme com meus objetivos, no outro extremo, em que falta gestão, o futebol, justamente buscando formas de levar os clubes que controlam o esporte mais popular do país a caminhos melhores, a adotar boas práticas de gestão, a saber o que é meritocracia e algumas coisinhas mais.
Além do desenvolvimento do novo software de gestão de futebol, atualmente estudo os critérios da Fundação Nacional de Qualidade e os do Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão e busco formas de fazer com que os dirigentes desejem realmente adotar boas práticas.
Não será nada fácil, mas pra quem se dispõe a entrar na “máquina de moer gente”, parece que tenho duas penelas com água fervendo na minha frente e só preciso escolhar em qual entrar.
Uma coisa é certa, em qualquer uma delas o resultado será gratificante. Pronto para pular!
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