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“Steve Jobs tinha um ditado segundo o qual gente tipo A emprega gente tipo A; gente tipo B emprega gente tipo C; e gente tipo C emprega gente tipo D. Não leva muito tempo para chegar aos empregados tipo Z. Esse efeito de degradação causa uma verdadeira explosão de palermas nas empresas.”

Constatação do Steve Jobs, relatada pelo excelente Guy Kawasaki em “A Arte do Começo“, e… quem sou eu, mas assino embaixo. Se há algo que qualquer líder tem a obrigação de fazer, é contratar pessoas melhores do que ele, mas pra isso, é preciso ter a humildade de admitir que alguém pode fazer algo melhor do que ele próprio!

Leia mais: Se o colega é mais competente, faça dele o seu chefe.

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Centro de Processamento de Dados, Setor de Computação, Departamento de Informática, Departamento de Tecnologia da Informação (TI). Não é só o nome que está mudando, mas o conceito, o modo de trabalho e principalmente o objetivo da área de tecnologia dentro das empresas. É uma agradável evolução, já que gradativamente a tecnologia deixa de ter um papel voltado basicamente ao suporte, para contribuir com o negócio principal da empresa, fazendo com que os profissionais de TI tenham que ter cada vez mais uma visão ampla de negócios, além do conhecimento técnico.

O profissional de TI que quer estar preparado para o futuro precisa entender que o objetivo principal do seu trabalho não está voltado ao projeto ou à solução tecnológica em si, mas aos resultados da empresa. O que importa é alcançar os objetivos estratégicos e a tecnologia precisa contribuir diretamente com isso.

Muito ainda está por vir e quem sabe ainda não poderemos trabalhar em um  Departamento de “Business Technology”, conforme diz Cassio Dreyfuss, do Gartner. Como profissional de TI continuamente dedicado ao aperfeiçoamento pessoal em negócios, torço por isso!

Publicado na  revista Exame, edição 929: “Se existe algo que define a cultura do fundo GP Investimentos, certamente é a sua obsessão por resultados. Nada menos que 70% da remuneração de seus executivos é paga na forma de bônus atrelados ao desempenho individual – e a pressão que vem daí transformou a GP e as empresas do grupo no que se convencionou chamar de ‘máquina de moer gente’. Ou seja, quem vai bem ganha muito dinheiro e cresce. Quem vai mal ganha pouco (num primeiro momento) e fica pelo caminho (o destino derradeiro).”

Realmente, não dá pra não querer trabalhar nesta empresa… mas continuo firme com meus objetivos, no outro extremo, em que falta gestão, o futebol, justamente buscando formas de levar os clubes que controlam o esporte mais popular do país a caminhos melhores, a adotar boas práticas de gestão, a saber o que é meritocracia e algumas coisinhas mais.

Além do desenvolvimento do novo software de gestão de futebol, atualmente estudo os critérios da Fundação Nacional de Qualidade e os do Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão e busco formas de fazer com que os dirigentes desejem realmente adotar boas práticas.

Não será nada fácil, mas pra quem se dispõe a entrar na “máquina de moer gente”, parece que tenho duas penelas com água fervendo na minha frente e só preciso escolhar em qual entrar.

Uma coisa é certa, em qualquer uma delas o resultado será gratificante. Pronto para pular!

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Ao mesmo tempo que estou sempre analisando novos caminhos na minha dedicada luta para aumentar minha “sorte”, vejo que caminhos já trilhados merecem bastante atenção. Quando olho para o futebol brasileiro, vejo ainda uma realidade bastante distante da que vislumbro para o setor. Não falo do que ocorre nas partidas, pois, considerando o meu limitado conhecimento técnico e tático de um jogo de futebol, prefiro não opinar sobre o que ocorre dentro de campo, mas falo da gestão das equipes, indiscutivelmente bastante atrasadas quando se comparam as metodologias adotadas e se verificam as boas práticas de gestão utilizadas pelas boas empresas.

Como já ouvi diversas vezes que “no futebol é diferente”, como sei que ainda ouvirei isso, e como conheço profundamente como funciona um dos maiores clube do futebol brasileiro e pude ainda conhecer alguns outros do país, reafirmo o que já disse em um dos meus artigos da Cidade do Futebol, sim, futebol é diferente, tão diferente quanto uma fábrica de sabonetes é de um banco, e conheço fábricas de sabonetes com ótimos processos e ótimos resultados e bancos de extremo sucesso, ambos com suas particularidades mas buscando soluções que não podem seguir outro caminho a não ser a busca constante pela excelência em gestão.

Enfim, apesar de olhar com atenção o que ocorre no mundo, constantemente analisando diversos segmentos do mercado, sinto que poderia estar sendo até mesmo um pouco egoísta se, pelo bom relacionamento conquistado no meio, baseado em bons resultados, deixasse de buscar soluções para o futebol brasileiro, e continuo lutando para levar o mínimo do que se faz nas empresas de sucesso para o esporte, a ponto de buscar atualmente alternativas viáveis para que clubes menores se estruturem, ao mesmo tempo em que novas soluções para os grandes continuam em estudo e desenvolvimento, afinal são grandes apenas no tamanho e no faturamento (mal utilizado), pois, com raras excessões, são tão desestruturados quanto os pequenos.

Não podemos, no entanto, desperdiçar tempo com clubes que não querem efetivamente melhorar, em que haja falta de seriedade, falta de vontade e excesso de política. Felizmente há um outro lado, de dirigentes que buscam gestores sérios e competentes e que desejam o sucesso das suas equipes, acima de interesses pessoais, e esses merecem atenção pois são as boas decisões de hoje que definirão o lugar em que estará o futebol brasileiro nos próximos anos.

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Enquanto muita gente sonha em ganhar muito dinheiro para parar de trabalhar, boa parte dos meus sonhos envolvem trabalhar ainda mais… rs. Uma das atividades mais interessantes que já encontrei são os gestores de fundos de Private Equity. Explicando de forma simplificada, são gestoras de fundos de capital de risco, que captam recursos no mercado através de investidores, compram participação em empresas, atuam na gestão destas empresas de forma a fazer com que fiquem mais eficientes e lucrativas e finalmente fazem o desinvestimento.

Dentre as várias gestoras de fundos que atuam na área, a que mais me chama atenção, na verdade a empresa que mais me atrai no país, é a GP Investimentos, com a sua fórmula baseada em trabalho duro, competição aberta, meritocracia e obsessão por resultados. Realmente fascinante!

Assim, me lembro que há algum tempo, quando falava sobre meus sonhos, cheguei a dizer que gostaria de ser presidente, e da Ferrari, mas ultimamente ando tão entusiasmado com os gestores de private equity que “adaptei” este sonho. Quero é ser sócio da GP Investimentos, adquirir a Ferrari, e então ser o presidente da empresa dos cavalinhos. Ficou bom, né. Sim, dá um trabalhinho, tenho que aprender italiano e “algumas coisinhas a mais”, mas pra realizar um sonho vale a pena.


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